"Eu sou um sujo, um libertino e toda vez que você desabafa sua melancolia eu pareço perder o poder da fala... Você está deslizando lentamente de meu alcance... Você nunca viu meu lado solitário."
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Um trem para a estrelas
"Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois"
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois"
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
A lição do dia...
"A felicidade é um estado de espírito alcançado quando passamos a valorizar aquilo que temos e controlamos a nossa ansiedade em relação àquilo que não temos."
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Solidão
"A solidão é fera, a solidão devora... é amiga das horas, prima-irmã do tempo... e faz nossos relógios caminharem lentos, causando um descompasso no meu coração..."
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
O círculo vicioso
"A vida humana é, na maioria das vezes, uma roda incessante de repetições..." "Andar em círculo é tão comum, mesmo sabendo que não se vai a lugar nenhum..."
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
A ambição superada
Certo dia uma rica senhora viu, num antiquário, uma cadeira que era uma beleza. Negra, feita de mogno e cedro, custava uma fortuna. Era, porém, tão bela, que a mulher não titubeou - entrou, pagou, levou para casa. A cadeira era tão bonita que os outros móveis, antes tão lindos, começaram a parecer insuportáveis à simpática senhora. (Era simpática).
Ela então resolveu vender todos os móveis e comprar outros que pudessem se equiparar à maravilhosa cadeira. E vendeu-os e comprou outros, então a casa que antes parecia tão bonita, ficou tão bem mobilada que se estabeleceu uma desarmonia flagrante entre casa e móveis. E a senhora começou a achar a casa horrível. E vendeu a casa e comprou uma outra maravilhosa. Mas dentro daquela casa magnífica, mobilada de maneira esplendorosa, a mulher começou, pouco a pouco, a achar seu marido mesquinho. E trocou de marido, mesmo assim não conseguia ser feliz. Pois naquela casa magnífica, com aqueles móveis admiráveis e aquele marido fabuloso, todo mundo começou a achá-la extremamente vulgar.
Millôr Fernandes, in 'Pif-Paf'
Ela então resolveu vender todos os móveis e comprar outros que pudessem se equiparar à maravilhosa cadeira. E vendeu-os e comprou outros, então a casa que antes parecia tão bonita, ficou tão bem mobilada que se estabeleceu uma desarmonia flagrante entre casa e móveis. E a senhora começou a achar a casa horrível. E vendeu a casa e comprou uma outra maravilhosa. Mas dentro daquela casa magnífica, mobilada de maneira esplendorosa, a mulher começou, pouco a pouco, a achar seu marido mesquinho. E trocou de marido, mesmo assim não conseguia ser feliz. Pois naquela casa magnífica, com aqueles móveis admiráveis e aquele marido fabuloso, todo mundo começou a achá-la extremamente vulgar.
Millôr Fernandes, in 'Pif-Paf'
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Miguel Esteves Cardoso, in 'A Causa das Coisas'
A ideia de ninguém ter razão é portuguesíssima. Sobre qualquer assunto, Portugal garante-nos sempre pelo menos dez milhões de razões, cada uma com a sua diferençazinha, cada uma com a sua insolenciazeca do "eu cá é que sei". Não há neste abençoado território um único sujeito, seja eu ou ele cego, surdo e mudo, que não reclame a sua inobjectivável subjectividade. Lá diz o raio do povo, por tratar-se da única coisa em que o povo todo está de acordo, «Cada cabeça, cada sentença». Basta fazer-se uma reunião ou um júri, um governo ou uma comissão, para assistir-se ao milagre da multiplicação das opiniões.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
As bases
"Aprenda a não falar muito à respeito do que sente, mas apenas mostrar aquilo que é capaz de realizar ou conquistar. Beleza ostensiva pode ser dispensável, mas credibilidade e confiança não... Quem é você? O que faz? Do que é capaz? Aprenda também exigir o certificado de garantia, é assim que deve ser!"
sábado, 24 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
"Contigescere"
"Os acontecimentos tinham ampliado a sua inteligência naturalmente estreita. A imensa ironia das coisas tinha passado na sua alma e a tornara fácil, sorridente e leve..."
Assinar:
Postagens (Atom)